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  • Foto do escritorlucas protti

A felicidade é um problema "individual"



A vida é uma jornada repleta de encontros e experiências, onde pessoas e eventos assumem papéis significativos como guias silenciosos ao longo do caminho.


A cada ano que passa, encontramos novos rostos, lugares, silêncios, paisagens, livros, músicas, poemas, aromas, sabores, sonhos e conversas. Há eventos que alteram completamente a direção da nossa embarcação.


Em nossa jornada, muitas vezes buscamos orientação para entender melhor nossos desejos e direções. Nesse contexto, o psicanalista se destaca como um ser dedicado a nos ajudar a encontrar nossa verdadeira voz. Ele nos escuta, faz perguntas, oferece feedbacks e nos possibilita descobrir o que realmente nos move na vida, aquilo que nos traz paixão e realização.


Há pessoas, por exemplo, que escolheram as profissões que seus pais desejaram para elas e nunca tiveram a coragem de seguir sua própria vocação. A questão profissional, portanto, é algo que toma muito tempo da vida e é algo a se pensar com cuidado sobre qual caminho tomar. Não seremos contentes atendendo os desejos alheios, mas sim buscando aquilo que faz vibrar nosso coração.


Como Freud, o pai da psicanálise, disse uma vez, "A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz." Essa frase pode ser mal-interpretada, se esquecermos que a felicidade depende também de condições coletivas, como saúde, estudos, destribuição de renda, acesso a recursos.


Entretanto, traz algo muito importante: a lembrança que há algo que só nós podemos fazer por nós mesmos, apesar das adversidades e das contingências. Essa afirmação nos lembra da importância de assumir a responsabilidade por nossa própria felicidade e buscar ativamente o que nos traz alegria e realização.

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