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  • Foto do escritorlucas protti

E a sua intuição nisso tudo?




A psicanalista Suely Rolnik nos fala sobre um tipo de conhecimento humano que não vem apenas da razão. Ela chama isso de "saber-do-corpo", "saber-do-vivo" e "saber-etológico". Não é algo que vem da nossa mente consciente, mas sim de uma parte mais profunda de nós mesmos. É como aquela sensação de intuição, mesmo que historicamente a intuição não tenha sido muito valorizada.

Segundo Rolnik, ativar esse conhecimento mais intuitivo é uma forma de resistir à pressão da sociedade, que muitas vezes nos faz ignorar nossos sentimentos e nos torna insensíveis ao mundo ao nosso redor.

Na nossa cultura atual, a intuição geralmente é deixada de lado em favor do pensamento lógico. Valorizamos mais a lógica e os fatos do que aquilo que sentimos intuitivamente. Isso é especialmente perceptível na educação e nas empresas, onde damos mais importância a dados e análises do que à sabedoria que vem da experiência pessoal.

Howard Gardner, um psicólogo famoso, também fala sobre a importância de desenvolver uma inteligência intuitiva, que nos ajuda a entender melhor nossos próprios pensamentos e sentimentos.

A intuição está sempre presente em nossas vidas, nos guiando em pequenas decisões do dia a dia, como escolher um caminho ou aceitar um convite. Ela se manifesta de formas diferentes para cada pessoa, através de sensações, imagens ou palavras que precisamos aprender a interpretar.

Einstein dizia que a intuição é essencial para descobrir as leis do Universo, porque vai além da lógica e da ciência. Não é algo que se possa explicar completamente, mas sim algo que se sente.


E você, como percebe esse "saber-do-corpo" em sua vida? Costuma confiar na sua intuição?

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